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Volta do horário de verão é analisada

23/08/2023 06:00

O governo federal está avaliando a possibilidade do retorno do horário de verão para este ano. A medida foi encerrada em 2019.


Conforme o Ministério de Minas e Energia, com o relevante crescimento da micro e minigeração distribuída, percebeu-se um retorno do período de ponta para a noite, que tenderia a se reduzir com a adoção da mudança de horário.


Os relógios eram adiantados em uma hora pelo horário de Brasília, para aproveitar o maior período de luz natural durante a época mais quente do ano e reduzir o consumo de energia elétrica no horário de pico. A medida ocorria entre outubro e fevereiro.


Para o gerente regional da Celesc em Tubarão, Giocondo Tasso, a mudança é vista como benéfica. “Com o aproveitamento da luz natural por mais tempo, há uma redução no consumo de energia. Isso traz mudanças para o consumidor e também benefícios para o meio ambiente”, destaca o gerente, que complementa que o desejo é que haja o retorno do horário de verão.


O horário de verão foi instituído no Brasil em 1931 pelo então presidente Getúlio Vargas e adotado em caráter permanente a partir de 2008.


Em 2019, no entanto, deixou de ser instituído. No entanto, como nos últimos anos houve mudanças no hábito de consumo de energia da população, deslocando o maior consumo diário de energia para o período da tarde, o horário de verão deixou de produzir os resultados para os quais essa política pública havia sido formulada e foi suspenso.

 

Contas terão reajuste

O reajuste tarifário anual da Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc) foi homologado ontem pela Aneel. Os valores já estão em vigor e o custo médio será 2,3% maior para 3,37 milhões de consumidores.  Para os clientes residenciais, que somam 80% do fluxo da Celesc, o reajuste será de 3,64%. Aos consumidores comerciais, equivalente a 9,3% do público, a alta foi fixada em 3,57%. Apesar da alta, a Celesc informou em nota que a tarifa praticada em Santa Catarina está entre as menores do país, com impacto médio menor que a inflação, de 3,99%.

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