NO DIA Mundial do Rim, Simone Lopes conta como é sua nova vida seis anos depois de passar pela cirurgia
Por quatro anos, três vezes por semana, durante quatro horas, Simone Lopes da Silva ficava na máquina de hemodiálise. O tratamento começou após um mês indo de médico em médico para descobrir o por que de uma alergia. Depois, a moradora de Braço do Norte recebeu o diagnóstico: apenas 5% dos seus rins estavam funcionando.
“Na hora não sabia o que fazer. Até que fui apoiada pelo Graarc. Fiz todo o tratamento, até que um dia, estava em casa e recebi a ligação de quem havia um rim para ser transplantado em mim. Não podia conter a emoção”, relembra Simone.
Há seis anos, a braçonortense vive com seu novo rim. “É outra vida. Hoje não dependo mais das máquinas. Claro que seguirei o tratamento por toda a vida, mas já me sinto vitoriosa. Peço que todos cuidem bem dos seus rins. Deem atenção aos sintomas e, se necessário, façam o tratamento”, destaca Simone.
Para ela, a data é de conscientização. “Que todos possam saber que é uma doença e precisa de tratamento até que o transplante venha. Meu irmão não teve a mesma sorte e acabou falecendo”, relata.