A chapa de Jorginho Mello na corrida à reeleição estava fechada até semanas atrás. Foi em Tubarão, por sinal, que o governador garantiu que a vice seria ocupada pelo MDB. Há alguns dias recuou e anunciou que a vaga de expectante agora seria de Adriano Siva (Novo), prefeito de Joinville. Isso tudo dias depois de ir buscar Caroline de Toni (PL) para ocupar o espaço de Esperidião Amin (PP) na corrida ao Senado. Nessa semana, porém, o noticiário foi tão frenético que parecia estar desatualizado: o presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, avisou a Caroline que estava sem espaço na chapa de novo. Ofereceu-lhe a vaga de vice, menos de 15 dias depois do anúncio de Adriano. A candidatura ao Senado é de Amin novamente, sabe-se lá até quando. Apoiada por Michelle Bolsonaro, a deputada terá que procurar uma nova sigla. Novo e União Progressista (União/ PP), aliados a Jorginho, estão fora de questão. O noticiário do racha da direita está animado e difícil de acompanhar.
Pré-candidato a federal
O advogado João Marcelo Fretta Zapellini (MDB) é o primeiro pré-candidato a deputado federal com domicílio eleitoral em Tubarão para o pleito deste ano. A bancada do partido hoje conta com três representantes na Câmara dos Deputados: Carlos Chiodini, Valdir Cobalchini e Rafael Pezenti.
Opções em aberto
Chiodini pode não concorrer à reeleição. Já demonstrou várias vezes a disposição de disputar a majoritária e era cotado para ser o vice de Jorginho Mello. É, portanto, uma chapa forte com espaço para renovação.
Recebida pelo Papa
A advogada Gabriela Mendonça, de Tubarão, será um dos dois representantes brasileiros no 12º Dia Internacional de Oração e Reflexão contra o Tráfico de Pessoas, que acontecerá domingo, no Vaticano. Ela integrou a comitiva recebida na quarta-feira pelo Papa Leão XVI.
Voluntariado
Gabriela é voluntária da Rede Um Grito pela Vida e especialista em Direito Internacional e Direitos Humanos. Atuando diretamente nas bases, a advogada trouxe dados que confrontam a visão tradicional sobre o crime, detalhando como o tráfico se adaptou aos tempos atuais e a mudança ocorrida no perfil das vítimas: “Hoje, a maioria dos resgatados vem da construção urbana; não vem mais apenas do campo, como tínhamos antigamente”.