A Delegacia Geral da Polícia Civil determinou a intensificação das medidas de repressão aos furtos e receptação de fiação elétrica em Santa Catarina. A decisão foi tomada durante uma reunião, no começo desta semana, em Florianópolis.
Segundo os registros da Celesc, em 2020 foram mais de 1.800 ocorrências relacionadas ao furto qualificado em instalações da empresa. Já em 2021 (até 15 de novembro), houve mais de 2.300 ocorrências nas mais diversas regiões da área de concessão da Celesc.
Segundo o delegado-geral da Polícia Civil, Marcos Flávio Ghizoni Júnior, serão ampliados os trabalhos de inteligência e as operações contra esse tipo de conduta criminosa. Os furtos qualificados de fiação e também em unidades da Celesc, como as subestações, têm gerado problemas e risco ao fornecimento, além de prejuízo.
Entre as consequências estão o risco às instalações e à continuidade do fornecimento de energia elétrica, prejudicando a população catarinense de maneira geral, a produção dos diferentes setores (indústria, comércio e serviços), o funcionamento de hospitais, policlínicas e postos de saúde, escolas e creches, os órgãos públicos, iluminação pública, entre outros pontos.