A família de Alisson Luís Alves, de 41 anos, que morreu após uma abordagem policial em Orleans, informou que a causa da morte, atestada pela médica perita do Instituto Médico Legal (IML), foi asfixia mecânica.
O caso foi registrado no dia 26 de outubro, na praça Celso Ramos. No dia, testemunhas relataram, pelas redes sociais, que a vítima estava sentada na praça, sozinha, quando foi abordada pela polícia de forma violenta. Após o caso, a Polícia Civil informou que agiu em legítima defesa e que toda a abordagem durou cerca de dois minutos, tendo tentativa de fuga, resistência e luta corporal por parte da vítima. A abordagem teria iniciado porque testemunhas informaram que Alisson estava importunando adolescentes e até crianças no parque da praça, informou a polícia. Além disso, segundo a PC, câmeras registraram as cenas e comprovam esta versão.
De acordo com a polícia, as imagens mostraram que Alisson derrubou um policial no chão, momento em que se iniciou a luta corporal. Outro policial socorreu o parceiro, que já estava lesionado e tinha sua arma exposta, fato também verificado pelas testemunhas, conforme a polícia. A PC informou ainda que os fatos seguem sendo investigados. “Ao final, o delegado responsável irá relatar o inquérito e encaminhar ao Ministério Público”, informou o delegado regional de Polícia Civil de Criciúma, Vitor Bianco Júnior, em entrevista ao site Sul In Foco.