A Matriz de Risco Potencial Regionalizado divulgada nesse sábado aponta 13 regiões classificadas como risco potencial alto e quatro em nível de risco moderado.
Em um comparativo com o relatório divulgado na semana anterior, houve melhora nos indicadores das regiões do Alto Uruguai catarinense, Carbonífera e Laguna, que passaram do nível alto para o moderado.
Na dimensão de gravidade, que contempla os indicadores de mortalidade e tendência de internação por Síndrome Respiratória Aguda Grave, as regiões de Laguna (Amurel), do Alto Vale do Rio do Peixe, Carbonífera, Extremo Oeste, Extremo Sul Catarinense, Foz do Rio Itajaí, Grande Florianópolis, Meio Oeste, Nordeste, Oeste e Serra Catarinense permaneceram altas.
Em relação à transmissibilidade, que monitora o número de casos ativos e a curva de crescimento da pandemia, 11 regiões se mantiveram em nível gravíssimo.
Houve melhora em outras seis regiões, que tiveram uma desaceleração na curva de crescimento de casos, sendo que quatro passaram a ser classificadas em nível grave e duas em nível alto, Laguna (Amurel) e região Carbonífera.