Motoristas enfrentam filas, atrasos e aumento de acidentes após o fechamento da ponte
O fechamento da ponte, em Laguna, mudou a rotina de quem utiliza diariamente a BR-101. Desde que o tráfego passou a ser desviado para a Ponte de Cabeçudas, motoristas enfrentam congestionamentos que chegam a 15 quilômetros, atrasos e dificuldades para cumprir compromissos.
Com a interrupção da passagem pela ponte principal, todo o fluxo da rodovia passou a utilizar as vias marginais e a antiga travessia de Cabeçuda. O trecho, de pista simples e com velocidade reduzida, não comporta o volume de veículos que normalmente circula pela BR-101, formando enormes filas ao longo do dia.
Os reflexos já são sentidos por moradores e viajantes. Há relatos de pessoas que perderam consultas médicas, exames, compromissos profissionais e outros atendimentos em razão do tempo gasto no trânsito.
A concentração de veículos também elevou o número de acidentes no desvio. A lentidão constante e as tentativas de ultrapassagem em um trecho sem duplicação têm contribuído para novas ocorrências, agravando ainda mais a situação.
Conforme atualização da Polícia Rodoviária Federal (PRF), por volta das 10h de ontem não havia registro de congestionamentos.
A melhora no fluxo, no entanto, coincide com a redução do movimento de veículos durante o fim de semana, realidade que tende a mudar nos dias úteis, quando a BR-101 volta a concentrar um volume muito maior de carros e caminhões.