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Casa da Celeste precisa ser concluída

03/07/2019 06:00

A casa de Celeste Maciel Machado, 63 anos, de Tubarão, começa a tomar forma de lar, mas ainda precisa da ajuda de mais pessoas para a conclusão da obra, que tornará o local digno de moradia com um pouco de conforto e qualidade de vida.


Há alguns meses, o Instituto Nossa Família chegou até dona Celeste para ajudá-la através do projeto Reconstruindo um Sonho, e pretende reformar o cantinho tão amado por ela. Com ajuda de apoiadores e pessoas parceiras, o sonho pode se tornar realidade.


De acordo com a coordenadora do projeto, Rosemari Smaniotto, as obras na casa já começaram, mas ainda é necessário fazer a parte elétrica, colocar forro, janelas, piso e azulejos. “Por isso é tão importante a colaboração das pessoas. Não conseguiremos concluir se não houver ajuda”, pontua.


Celeste já trabalhou de doméstica, operadora de esmaltadeira, passadora de roupa e hoje, devido à saúde debilitada, não pode mais trabalhar. Vive com o neto de sete anos, que tem autismo, com R$ 198 do auxílio Bolsa Família mais as doações que recebe, já que não possui aposentadoria.


A casa é o bem mais precioso para Celeste. É o lugar onde se sente segura. A depressão e as dores no joelho fazem com que ela fique a maior parte do tempo deitada na cama. Não sente ânimo para se arrumar. E foi ali também que acabou se tornando uma acumuladora. “Quando recebemos o pedido de ajuda para dona Celeste, a casa estava uma lástima, difícil até de entrar. Tiramos dois contêineres de entulho, o esgoto corria a céu aberto – que já conseguimos arrumar também, e não tinha como não ajudá-la. Nós nos engajamos de corpo e alma neste projeto”, ressalta Rosemari.


Quem puder contribuir, pode entrar em contato com a coordenadora do projeto, Rosemari Smaniotto, pelo telefone 99669-1245.

 

Projeto Reconstruindo um Sonho

O projeto existe desde 2018, encabeçado pelo Instituto Nossa Família, e se baseia em fornecer um inverno melhor para famílias que não estejam bem alocadas na casa onde moram. “São famílias que moram em casas sem estruturas, de chão batido, em situação precária, com goteiras, enfim, em situação precária e, principalmente, que tenham crianças, já que o foco do instituto é a criança. Buscamos famílias muito carentes, em situação de vulnerabilidade social, fazemos as visitas, acionamos os órgãos competentes, fazemos uma avaliação sobre a família, vamos in loco às casas e, então, começamos a campanha”, explica a coordenadora do projeto, Rosemari Smaniotto. “Algumas casas reformamos e outras construímos do zero, com a ajuda de empresas e pessoas que fazem doações e de voluntários que ajudam nas obras. Nosso objetivo é poder dar dignidade às famílias”, conclui.

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