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Não se arrisque ao presenciar afogamento

Só nesta temporada, cinco pessoas perderam a vida por tentarem salvar outras que estavam se afogando

16/02/2024 06:00|Atualizada em 23/02/2024 14:37|Por Redação

Ao presenciar um afogamento, a indicação do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina é sempre a mesma: não se arrisque. Só nesta temporada, cinco pessoas perderam a vida por tentarem salvar outras que estavam se afogando.

 

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“Sabemos que a primeira reação ao ver uma pessoa em risco é tentar salvá-la, mas é importante estar preparado para este tipo de salvamento. A primeira indicação é que você jogue um objeto flutuante para a pessoa que está se afogando e acione ajuda”, afirma o coronel Zevir Anival Cipriano Junior, comandante da 1º Região Bombeiro Militar, área responsável pelo litoral catarinense, que concentra a maior parte da Operação Veraneio.


O afogamento, seja em água doce ou salgada, acontece por fatores que fogem do controle da pessoa que está se banhando naquele ambiente, por isso, é fundamental não superestimar suas capacidades. Entre os perigos permanentes está a profundidade da água, que é um risco potencial e deixa a pessoa dependente apenas da sua habilidade de natação. Essa vulnerabilidade independe se a pessoa está na praia ou em um rio. Entre os perigos não permanentes estão as correntes de retorno.

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