Um homem de 44 anos, que tentou renovar uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) falsificada em uma autoescola de Grão-Pará, foi condenado. O caso aconteceu em fevereiro de 2016. A condenação foi por falsificação e uso de documento público falso, e o homem terá que prestar serviços comunitários durante dois anos.
Em seu depoimento, o réu alegou que nunca tentou tirar formalmente a habilitação. Porém, foi abordado por uma pessoa no Centro da cidade de Orleans que disse ser dona de uma autoescola e lhe ofereceu a CNH. Vinte dias depois, ele recebeu o documento, mediante o pagamento de R$ 1.700. A pessoa teria afirmado ao réu que ele poderia revalidar a carteira em qualquer autoescola.
Em sua defesa, o acusado também afirmou que desconhecia a falsidade do documento, pois acreditava ter somente burlado o sistema e conseguido a CNH sem realizar os exames médicos e técnicos necessários. O homem foi condenado a dois anos de reclusão, em regime aberto, além do pagamento de dez dias/multa, convertida em serviço comunitário.