O Porto de Imbituba inicia 2021 celebrando o encerramento de mais um ano histórico, com números expressivos de embarques e de movimentação mensal e anual, diversificação de cargas e atração de investimentos. De janeiro a dezembro de 2020, foram movimentadas no porto 5,8 milhões de toneladas, volume 1,8% maior do que o registrado em 2019.
Dentre as cargas mais movimentadas no período estão coque de petróleo, soja, minério de ferro, contêineres, milho, sal e ureia. Ao todo, foram 228 atracações de navios no último ano.
Em 2020, o Porto de Imbituba bateu três recordes de movimentação mensal: em junho (602.370 toneladas), setembro (602.737 toneladas) e dezembro (662.489 toneladas). Além disso, ultrapassou cinco vezes o volume embarcado por navio, demonstrando a capacidade de atendimento de grandes operações. A maior delas chegou à marca de 119,7 mil toneladas em uma única embarcação, considerado até o momento o maior embarque de granel sólido do Sul do país, de acordo com os dados disponíveis no Estatístico da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).
A movimentação expressiva de minério proporcionou os recordes de embarque e a atração de investimentos privados dentro do porto, como a construção de um novo armazém dedicado exclusivamente à carga, com capacidade de armazenagem de aproximadamente 80 mil toneladas.
Perspectivas
A SCPar Porto de Imbituba está otimista para 2021. “Vamos manter o cuidado redobrado com as questões sanitárias, dar continuidade aos projetos de qualificação da infraestrutura, tais como o reforço e a ampliação do Cais 3, buscar consolidar as cargas atendidas e aprimorar a eficiência no atendimento aos usuários. Acontecimentos como as obras da BR-285 nos dão um indicativo do potencial que o Porto de Imbituba tem para contribuir na cadeia logística brasileira e do seu impacto no desenvolvimento regional. É nessa perspectiva responsável e comprometida com a sociedade e a comunidade portuária que continuaremos trabalhando para viabilizar o bom desempenho do porto de forma eficiente e sustentável”, destaca o diretor-presidente da SCPar, Luís Antônio Braga Martins.