As equipes do Núcleo de Combate a Endemias do Centro de Operações de Emergências Municipais em Saúde (Coems) e da Vigilância Epidemiológica de Tubarão atualizaram ontem os dados referentes aos focos, transmissão e casos de dengue na cidade. Os números se mostram estáveis em relação aos anteriores, porém, que ainda preocupam as autoridades sanitárias, pois o número de focos voltou a crescer.
Com o novo levantamento, o número de focos do mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti, chegou a 107, três a mais que na última semana. Destes, 50 são em Oficinas, 21 na Vila Esperança, oito no Centro, cinco no Dehon, quatro no Morrotes, três nos bairros São João margem direita, Santo Antônio de Pádua, Vila Moema e Revoredo, dois no São Cristóvão, e um foco cada nos bairros Humaitá de Cima, Humaitá, Guarda margem direita, Km 60 e Mato Alto.
Em termos de notificações, são 355 registradas, com 20 casos confirmados, sendo cinco deles autóctones, ou seja, transmitidos dentro da cidade. Existem quatro situações sob suspeita, à espera do resultado de exames. Desta forma, ainda se faz bastante necessária a participação da população junto às autoridades sanitárias do município no combate ao mosquito, que pode transmitir, além da dengue, a febre chikungunya e o zika vírus.
“Para isso, evite manter em sua casa ou terreno recipientes que possam armazenar água, como latas, baldes, garrafas, vasos de plantas, potes, pneus, caixas d’água destampadas, etc. Mantenha, ainda, terrenos em geral, como pátios e quintais, limpos. Limpe as calhas com frequência, de modo a evitar que galhos e folhas impeçam a passagem da água”, ensinam as equipes.
Como proteção adicional, é aconselhável o uso de repelentes ao longo do dia, período em que os mosquitos são mais ativos, pois o produto proporciona uma camada a mais de segurança em relação à picada do inseto. Os inseticidas também podem ser usados, sempre de acordo com suas respectivas instruções. Mosquiteiros podem servir como proteção a pessoas que se encontram em repouso durante o dia, como bebês e acamados, por exemplo.
Denúncias sobre a existência de possíveis focos do mosquito podem ser feitas através do telefone 3621-9051 ou pelo WhatsApp 98419-7361.