A Justiça decidiu pelo arquivamento do inquérito policial envolvendo o deputado federal Daniel Freitas. O Ministério Público concluiu que não houve caracterização de violência doméstica, e nem provas para indiciar o deputado.
No inquérito da Polícia Civil, a delegada Juliana Zapelini já apontava para o não indiciamento. A promotora de Justiça que analisou o inquérito manifestou-se no mesmo sentido, ou seja, pelo arquivamento.
Segundo o parlamentar, o trabalho imparcial da polícia e do Ministério Público foi essencial para o restabelecimento da verdade. “Foram dias difíceis para mim e para a minha família, mas sabíamos que o esclarecimento e a verdade dos fatos seriam apurados”, comentou.
Em janeiro, a mulher de Freitas registrou um boletim de ocorrência por violência doméstica em Balneário Rincão. Na época, em nota oficial, o deputado explicou que “em momento nenhum agrediu fisicamente a esposa”, e que o fato “deu-se por motivações políticas entre ele e seu sogro, relacionadas a divergências partidárias, e que durante uma discussão os dois (deputado e seu sogro) entraram em vias de fato, resultando na intervenção de sua esposa no ocorrido, na tentativa de acalmar as partes”.