Hoje, às 19h, o Santuário de Albertina Berkenbrock terá uma missa para lembrar os 92 anos do martírio da beata. De acordo com o padre Auricélio, reitor do santuário, este é mês um muito marcante. “É um dia litúrgico para celebrarmos a memória de nossa beata.
Em 2007, a Igreja reconheceu as virtudes heroicas de Albertina Berkenbrock e a declarou bem-aventurada. Ela que se destacou dos demais pelo jeito como vivia profundamente sua fé”, relembra o padre.
Albertina Berkenbrock, conhecida pelo povo da Diocese de Tubarão como “a nossa Albertina”, nasceu no dia 11 de abril de 1919, na comunidade de São Luís, paróquia São Sebastião de Vargem do Cedro, município de Imaruí.
Filha de um casal de agricultores, aos 12 anos, no dia 15 de junho de 1931, às 16h, Albertina foi assassinada porque quis preservar a sua pureza espiritual e corporal e defender a dignidade da mulher, por causa da fé e da fidelidade a Deus. “E ela o fez, heroicamente, como verdadeira mártir”, diz o padre.
Ainda para lembrar da data, no próximo domingo, haverá a Festa de São Luiz Gonzaga e da Beata Albertina, com procissão e bênção dos veículos às 9h30 e missa às 10h, com a presença de dom Nelson Westrupp, bispo nascido em São Luís e primo da beata.