O magistério estadual catarinense está em estado de greve até o dia 17 de março. A decisão veio na assembleia realizada esta semana para deliberar, segundo o Sinte SC, “os rumos da luta pela campanha salarial 2020, que tem como pauta os reajustes do piso de 2019 (4,17%) e 2020 (12,84) na carreira, reajuste do vale alimentação para R$ 24 (atualmente R$ 12), desde 2011 sem qualquer aumento, e contra a reforma da previdência”.
De acordo com Tânia Fogaça, conselheira do Sinte, o governo do Estado, representado pelo secretário de Educação Natalino Uggioni, “apresentou uma proposta vergonhosa à categoria: 3,14% parcelado (maio e novembro), o que volta a compactar a carreira, já achatada, do magistério”, pontua.
“O Sinte apresentou tal proposição na assembleia, que, indignada, rejeitou por unanimidade e deliberou estado de greve. A próxima assembleia já está agendada para o dia 18 de março, quando o magistério irá deflagrar a greve, caso o governo não atenda as reivindicações do reajuste do piso na carreira, que é o pagamento do reajuste do piso na carreira (17,54%)”, reafirma Tânia.