Dias atrás realizou-se em Belo Horizonte um casamento de cachorros. Tal festa teve muitas semelhanças com um casamento de humanos: entrada dos noivos, que estavam trajados, ela com véu, ele com gravata-borboleta. Acompanhamento por marcha nupcial e chuva de pétalas de flores jogadas pelos donos dos convidados.
Recebidos por padrinhos (outros cães e cadelas), foram saudados pelo celebrante, que era o barman (dos comes e bebes dos humanos), que, com uma “bíblia” na mão, fez a preleção de praxe declarando os postulantes da união marido e mulher.
Foi uma correria e avanço, tal como acontece em casamento de gente, quando foi servido o bolo de casamento, feito de um patê especial para cães. Neste momento, alguns “protestos” se fizeram ouvir em forma de latidos e dentes à mostra, mas foram prontamente contornados.
Os presentes foram desde almofadas (leitos) para dois, perfumes, ossinhos e bifinhos.
Bebidas alcoólicas só foram servidas para os donos, além de deliciosos canapés e docinhos, que foram reivindicados por alguns dos canídeos presentes.
Dois gatos, desde o cimo de uma escada, observavam, um tanto temerosos, os acontecimentos.
Só não houve viagem de núpcias.
Já em uma cidade do Sul de Santa Catarina, um casal com vinte e cinco anos de união resolveu festejar o seu divórcio:
“Numa boa”, de comum acordo, resolveram reunir os amigos para um coquetel, para celebrar a sua desunião!
Na parte protocolar, trocaram troféus por se terem mutuamente aturado até as Bodas de Prata.
Cá para nós, em comparação com o que acontece na atualidade, tal convivência foi até duradora, não acham?
Quem sabe se, no futuro, casamentos serão realizados com prazos previstos?