Esgotamento sanitário foi discutido durante reunião entre servidores do município
Capivari de Baixo passa por uma reformulação completa em todas as áreas. O avanço tecnológico, a modernidade e a qualidade de vida são ações que caminham juntas e vêm recebendo atenção do governo municipal.
De forma ordenada, e seguindo o ritmo de crescimento ativo e a velocidade intensa que se apresenta na Cidade Termelétrica, a gestão intensificou serviços antes pouco discutíveis. As ligações de esgotamento sanitário, por exemplo, estão entre esses serviços que inclinam a cidade ao crescimento ordenado, seguem normativas ou regimentos ambientais e, por consequência, refletem e elevam a saúde pública.
O tema foi tratado em uma reunião, na última sexta, com o intuito de sanar dúvidas acerca da instalação e correto funcionamento do sistema de esgotamento sanitário proposto na municipalidade. Conforme a legislação, fossa séptica e filtro anaeróbio, em conjunto com sumidouro, precisam constar nas localidades onde não há rede de drenagem pluvial. Para regiões com esta rede, é preciso instalar somente a fossa séptica e o filtro anaeróbio.
Esta interação de trabalho entre a Coordenadoria de Planejamento Urbano e a Vigilância Sanitária, como tal, vem a cumprir a lei complementar 2.023, a qual “dispõe sobre o Código de Obras e Edificações do município de Capivari de Baixo, regulamentando as normas edilícias e dá outras providências”.
“Nada é definido ao acaso. O planejamento é minucioso para que a ação tenha eficiência cidadã, ou seja, alcance eficaz onde precisa e tem que chegar: aos 25,4 mil habitantes”, informou a prefeitura.