Olá, meus aumiguinhos!
Na última crônica contei para vocês o caldo monumental que levei na Praia da Joaquina, em Florianópolis — um mergulho tão inesperado que quase virei estrelinha-do-mar. Depois daquela experiência aquática desastrosa, decidi levar a Gota para um lugar seguro, onde nenhuma onda pudesse me assustar: a Biblioteca Pública de Santa Catarina.
Tudo que eu queria era um lugar bem calminho e cheio de histórias. E tinha certeza que a Susana e a Gota iam adorar. Assim que chegamos, minha humana nos apresentou à Cléo, a administradora, que já foi logo fazendo carinho na gente. Eu, que ainda estava com trauma de água, abanei o rabinho de tanta felicidade.
Cléo nos mostrou, toda orgulhosa, os livros que contam nossas aventuras: “Pingo, o Cachorro Feliz e Medroso” e “Gota & Pingo – Aventuras em Portugal e em Santa Catarina”. Ver nossos livros ali, no meio de tantos autores importantes, deixou todos nós emocionados.
Mas a parte mais surpreendente veio depois. Ela abriu um jornal antigo — daqueles que cheiram a história — e mostrou uma foto de um cachorro com uma manchinha igualzinha à minha e à da Gota.
“Será que é o tataravô de vocês?”, brincou ela.
Gota ficou tão empolgada que não parou de fazer perguntas: “Será que temos um ancestral famoso? Um cão histórico? Um Pingo-raiz?”
Saímos de lá cheios de orgulho e prontos para uma nova aventura. Adivinhem onde será? Lambeijos e até a próxima!