A aquisição de veículo, em determinados momentos da vida, representa poderio, ostentação, dependendo do modelo e marca. Ampliando sua importância, sem deixar de considerar a necessidade primordial para melhorar o deslocamento e a competitividade no mercado, devido à rapidez no fornecimento dos produtos, em benefício ao cliente. Indo aos serviços públicos, como no transporte escolar, de pacientes e viaturas atrás dos larápios do bem alheio. Mas sua compra tem preço e neste, embutidos, impostos e taxas, além de seguros obrigatórios (proteção do indivíduo) e os opcionais (resguardar o bem físico). São custos que devem ser calculados até para comparação, para avaliar se são vantajosos ou não. Um outro viés, talvez tão importante quanto, trata-se da trafegabilidade, pela qual este patrimônio, dispendioso ou não, irá circular. As estradas, ainda que ampliadas e duplicadas, como algumas federais, não são suficientes para a demanda, que cresce assustadoramente. Para se ter ideia da frota motorizada, Tubarão, com cerca de 115 mil habitantes, possuía em dezembro último (dados do Detran-SC) 108.509 veículos (carros, motos e motonetas), ou seja, praticamente um por habitante.
Malhas viárias
Um pouco de história. Até 1985, prevalecia no país a TRU (Taxa Rodoviária Única), tributo federal cobrado para financiar a construção e manutenção de rodovias. Foi quando surgiu o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores), de competência estadual, sem vinculação exclusiva às estradas, com valor direcionado para diversas áreas públicas, cabendo aos estados definir alíquotas e regras. A partir da Constituição de 1988, metade do valor fica com o estado e a outra parte com os municípios onde o veículo possui registro.
Mudanças
Com a introdução do Recupera/SC, o imposto passou a ter nova destinação. Antes da divisão do montante geral, 10% será aplicado em melhorias da malha viária. Relativamente pouco, se comparado às condições das rodovias. Aliás, por aqui, o aporte expressivo da carteira própria e de agentes financeiros gera melhorias. Outro ponto é a inclusão dos veículos com mais de 20 anos de uso, que passam a ser livres do imposto. Os residentes no estado devem fazer o mesmo quanto ao registro do seu veículo e, com isso, pagarão o menor IPVA (2%) do país.
Posse Sindicont
Em celebração à renovação do mandato 2026/2027, o contador Marcelo Daltoé Pereira reúne, nesta quarta, na sede do Sindicont - Tubarão e Região, profissionais da contabilidade, autoridades, amigos e familiares para as festividades e posse. O profissional e mestre quer dar continuidade ao projeto, mantendo as parcerias entre o privado e o público, aprimorando o assessoramento aos clientes e compartilhando ensinamentos com os alunos/futuros profissionais. Sucesso ao novo mandato.
Refletindo
“Conectar, aprender e evoluir”. Lecir Ghisi, presidente do CRC/SC. Uma ótima semana!