Em 26 de fevereiro de 2020, o Brasil confirmava o primeiro caso de covid-19: um paciente atendido no Hospital Israelita Albert Einstein, após viagem à Itália. A partir dali, a ciência correu contra o tempo. Em meses, vacinas foram desenvolvidas, testadas, aprovadas e distribuídas em escala global — um feito histórico. Ainda assim, parte da população optou por desacreditar evidências consolidadas, preferindo teorias conspiratórias a dados revisados por especialistas.
Seis anos depois...
Em 26 de fevereiro de 2020, o Brasil confirmava o primeiro caso de covid-19: um paciente atendido no Hospital Israelita Albert Einstein, após viagem à Itália. A partir dali, a ciência correu contra o tempo. Em meses, vacinas foram desenvolvidas, testadas, aprovadas e distribuídas em escala global — um feito histórico. Ainda assim, parte da população optou por desacreditar evidências consolidadas, preferindo teorias conspiratórias a dados revisados por especialistas.
Polilaminina
A incoerência se amplia diante de avanços extraordinários. Enquanto pesquisadores trabalham no desenvolvimento e na aplicação de substâncias como a polilaminina, com potencial para devolver movimentos a pessoas paraplégicas e tetraplégicas, há quem ainda trate a ciência como inimiga. O mesmo método científico que produz vacinas é o que possibilita terapias regenerativas e tratamentos inovadores.
Não é opinião
Não se trata de idolatrar cientistas, mas de compreender que ciência não é opinião — é processo, é teste, é revisão, é transparência. Negá-la seletivamente fragiliza políticas públicas, compromete a saúde coletiva e banaliza conquistas que custaram décadas de pesquisa.
Sugestão
O vereador Marcone de Oliveira, do União Brasil, apresentou indicação ao Executivo à implantação de sistema de identificação por QR Code nos postes de iluminação pública de Tubarão. O objetivo é facilitar o registro de ocorrências pela população, tornando o atendimento mais ágil e eficiente. A proposta está em fase de estudo.
