Prestes a completar um mês no fim desta semana, a morte de uma mulher em Laguna ainda é cercada de mistérios.
Mas, pelo menos, foi divulgado o nome da vítima. Grasiela Fermino Pereira, de 27 anos, foi encontrada em estado avançado de decomposição e enrolada em um tecido, em um loteamento de Laguna.
Segundo a Polícia Civil, ela sofria de epilepsia e a perícia não apontou a causa conclusiva para a morte. Ainda de acordo com a polícia, Grasiela foi uma das testemunhas do caso Diego Scott, que desapareceu após uma abordagem feita por dois policiais militares no começo deste ano em Laguna. Até hoje o corpo dele não foi encontrado.
Num primeiro depoimento, ela revelou que tinha visto Diego, mas depois negou alegando alucinação causada pelo uso de drogas. O delegado responsável pelo caso, Bruno Fernandes, da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Laguna, descartou a queima de arquivo como motivo da morte de Grasiela.
O delegado reforçou ainda que a mulher mentiu em depoimento e depois assumiu a culpa. E que, como a causa da morte foi indefinida, nem uma crise de epilepsia está descartada, apesar de não explicar ela ter sido encontrada enrolada em um tecido. O corpo de Grasiela foi sepultado em Gravatal no começo deste mês.