Segunda-feira, 29 de junho de 2026
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Serviços ligados à construção civil podem ser retomados

Portaria inclui construtoras, lojas de artigos de segmento e corretores de imóveis

02/04/2020 06:00

O governador Carlos Moisés anunciou ontem a liberação das obras privadas de construção civil e de sua cadeia produtiva em Santa Catarina. A decisão foi oficializada por meio da portaria 214, publicada no Diário Oficial do Estado, e passa a valer a partir de hoje.


A portaria determina também a liberação do funcionamento dos estabelecimentos comerciais de materiais de construção, ferragens, ferramentas, material elétrico, cimento, tintas, vernizes e materiais para pintura, mármores, granitos e pedras de revestimento, vidros, espelhos e vitrais, madeira e artefatos, materiais hidráulicos, cal, areia, pedra britada, tijolos e telhas.


A retomada do setor foi determinada após uma reunião de trabalho do Núcleo Econômico, que engloba a equipe do governo do Estado, as principais entidades do setor produtivo e representantes do Parlamento, da Federação dos Municípios (Fecam) e do Ministério Público.


Segundo o governador, a liberação proporciona um tratamento igualitário ao setor da construção civil, uma vez que as obras públicas já haviam sido retomadas no começo da semana. Carlos Moisés salienta que as empresas precisarão respeitar as normas de distanciamento social e de liberação do trabalho de pessoas do grupo de risco, e a decisão vai ao encontro daquela de retomada gradual das atividades, anunciada na última semana pelo governador.


“Nós concluímos que havia um tratamento desigual e precisávamos distensionar o setor da construção civil. A decisão vai nesse sentido. As empresas precisarão respeitar as normas estabelecidas pelo governo do Estado. A retomada gradativa das atividades precisa ocorrer de forma segura, e as reuniões do Núcleo Econômico nos levam a ter mais estabilidade na tomada das decisões”, afirmou o governador.


O chefe da Casa Civil, Douglas Borba, salientou que as decisões tomadas pelo Núcleo Econômico serão soberanas, com a participação de todos os entes, tanto públicos quanto privados. “Estamos buscando um equilíbrio das ações. As condições sanitárias serão respeitadas, e todas as decisões preservarão a saúde dos catarinenses, com intensa fiscalização”, frisou.

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