A soma da renda de todos os catarinenses chegou a mais de R$ 12,2 bilhões por mês no terceiro trimestre deste ano, o maior valor da série histórica iniciada em 2012.
As mulheres se mostraram protagonistas na evolução dos números. A massa de rendimento habitual delas aumentou quase 15,6% nos últimos quatro anos, passando de R$ 3,93 bilhões no terceiro trimestre de 2018 (valores atualizados pela inflação) para R$ 4,55 bilhões em 2022.
Do total da massa de rendimento habitual, cerca de R$ 10,4 bilhões mensais, ou 85%, são de pessoas ocupadas no setor privado, o que inclui empregados e trabalhadores. O montante significa um aumento real de 14,9% em quatro anos, principal responsável pela melhora na renda dos catarinenses. Santa Catarina é a segunda unidade da federação com a maior participação do setor privado na geração de renda, atrás apenas de São Paulo (88,3%). No Brasil, a média é de 80,1%.
O recorde representa um ganho real de R$ 1,4 bilhão, ou 12,9%, em relação a quatro anos antes, quando a massa de rendimento habitual era de R$ 10,8 bilhões, em valores atualizados pela inflação. O aumento é superior ao nacional, que foi de 5,7% no mesmo período. As informações constam nos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-C), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
“Nosso Estado foi o que teve o melhor desempenho na pandemia, porque conciliou a menor taxa de letalidade do Brasil por covid-19 com uma das mais rápidas recuperações econômicas. Neste ano, batemos recordes de empregos e o Estado está pronto para voos mais altos”, avalia o governador Carlos Moisés. “É mérito de todo o setor produtivo, dos trabalhadores catarinenses e de um governo que investe em infraestrutura e trabalha por um ambiente propício ao desenvolvimento econômico”, acrescenta.
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