O agronegócio catarinense, em especial a indústria da proteína animal, tem uma cadeia produtiva extensa e que trabalha em um ritmo constante. A paralisação teve reflexos imensos na produção de suínos e aves em Santa Catarina e os prejuízos diários podem chegar a R$ 36 milhões.
A cadeia catarinense de suinocultura abate 40 mil animais por dia. Cada dia parado corresponde a um prejuízo de R$ 26,8 milhões na produção de suínos.
Também são abatidas 2,3 milhões de aves por dia no Estado. Nesta cadeia, o prejuízo por dia parado é de R$ 10 milhões.
A logística dos insumos de ração animal de Santa Catarina funcionam no sistema just in time, ou seja, a armazenagem no local de consumo é pensada a partir da demanda diária.
Em média, o Estado possui estoque de milho e farelo de soja para três dias. Caso não seja regularizada a logística, é iniciado o racionamento de alimentos no complexo de proteína animal.