Liderada pelos empresários Nelson Füchter Filho e Jacinto Silveira, de Tubarão, a Fever Mobilidade chega ao mercado nacional para preencher um espaço ainda vazio na eletromobilidade no país.
Este é um dos setores com maior potencial de crescimento devido à adoção de novas tecnologias e desenvolvimento de necessidades globais de sustentabilidade e demandas corporativas em iniciativas ESG. Com veículos 100% elétricos, 100% conectados e focados exclusivamente na movimentação de cargas e prestação de serviços de logística, a empresa tem expectativa de comercializar 18,5 mil unidades nos próximos quatro anos, o que levará a superar os R$ 2 bilhões em faturamento.
A Fever é resultado de mais de 18 meses de pesquisas e estudos sobre a mobilidade urbana e sustentável ao redor do mundo, onde a eficiência operacional e a robustez dos veículos, combinadas com a condição de não emitir poluentes, foram decisivas para a criação da marca.
“Chegamos para revolucionar o mercado de logística verde no Brasil, sobretudo, por escolhermos um nicho específico, o de logística de última milha, ainda inexplorado pelos aplicativos de eletromobilidade. Não só pela inovação do negócio ao oferecer soluções de logística com produtos comerciais, 100% elétricos, com baterias e tecnologia de última geração, mas pela rede de apoio e todo o ecossistema criado para favorecer o negócio do cliente”, explica Nelson Füchter Filho, CEO da Fever Mobilidade.
A perspectiva até o fim do ano é que 250 veículos já estejam operando em empresas, condomínios residenciais, corporações e locadoras, com uma ampla rede de concessionárias em todo o país. |
Ao todo, serão 35 cidades que contarão com lojas completas até o fim de 2024, sendo que 12 unidades serão abertas ainda este ano. Os concessionários terão operação plena, com veículos para venda e locação, test-drives, peças e serviços.
“As empresas que estiverem preparadas para otimizar continuamente suas redes, alternar entre modos de transporte e rotas, compartilhar dados com seus provedores de logística, permitindo maior eficiência e direcionamento de investimentos, estarão melhores posicionadas para atender a necessidade do consumidor que tem a consciência da transformação na forma de consumir com novos hábitos”, finaliza Jacinto Silveira.