Terça-feira, 19 de maio de 2026
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Crônica: Vai dar certo

13/02/2023 06:00

Marina de Albuquerque

Jornalista


Começamos a nos dar conta que nossa carreira está dando certo quando os parentes começam a conversar sobre fama, sucesso e decadência dos famosos, na mesa do café da manhã. É engraçado, mas também interessante.


E os assuntos são variados, desde usurpadores querendo o que a pessoa mal tem ainda, passando por assassinato e desistência do sucesso, por conta da pressão.


É natural que os parentes se sintam na obrigação de alertar e mostrar que sucesso e fama não devem “subir à cabeça”. E as pessoas próximas acabam ficando muito preocupadas com o que pode vir a acontecer conosco, por um lado, isso me alegra e, por outro, me vem a questão da falta de fé.


O medo sempre entrelaça as relações. E quanto mais envolvidos, mais medo. Medo de perder a pessoa amada, medo de passar trabalho com a pessoa, de ser surpreendido com desventuras. Enfim, o medo é inerente.


Mas o amor tem uma nuance imprescindível e que deve pesar mais nesta balança. A confiança, ela alicerça qualquer relacionamento, a famosa expressão “botar fé” em alguém, é justamente acreditar que a pessoa é capaz e que, mesmo passando por desafios, superará com garra. Colocar esta confiança em alguém é o amor mais bonito. Aquele que impulsiona, motiva, torce para o resultado ser positivo. Como diriam os jovens da região Nordeste do Brasil, devemos vociferar um: “Vai dar certo”!


Contudo, como ter esta confiança em si e nos outros? Não temos todas as respostas, além de buscarmos dentro de nós mesmos, é preciso estudar o nosso emocional. Junto com essa conversa emocionante com meus os parentes durante o café da manhã, no mesmo dia, no jornal impresso, uma menina era assunto por ter um QI elevado, e na televisão, sincronicamente, passava uma matéria sobre inteligência emocional; que engloba todas as áreas de nossa vida.


Nós, seres humanos, por sermos seres pensantes, por termos evoluído bastante em matéria de raciocínio, por conta das descobertas científicas, teses sobre educação moderna, avanços tecnológicos, dentre outros temas; temos o papel de desenvolvermos ainda mais nossos cérebros, estudando e cuidando para não paralisarmos nossas emoções e desenvolvimento pessoal, por medo, evitando pensar.


Pois vejo que, estudar, ler, conversar, interagir é próprio do ser humano, nossa sociedade tem na sua estrutura as instituições, que são preparadas para gerarem essas oportunidades.


Além disso, a tecnologia vem para contribuir com o acesso a materiais, antes quase impossíveis de acessarmos, bibliotecas virtuais, jornais e informativos de outras localidades, vídeos tutoriais, videoaulas, além dos livros físicos, que são escritos todos os dias no mundo. Portanto, aconselho, já que existem, aproveitemos! Sejamos responsáveis pelo avanço coletivo, revisando nossas competências, melhorando continuamente a si mesmo.

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