Diagnosticados com esclerose lateral amiotrófica (ELA) devem passar a ter equiparação com quem tem deficiência.
A decisão está prevista no projeto de lei 421/2021, aprovado ontem pela Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, na Alesc.
Iniciativa do ex-deputado Adrianinho (PT), a matéria contou com o parecer favorável do deputado dr. Vicente Caropreso (PSDB).
De acordo com o autor, a doença afeta o sistema nervoso de forma degenerativa e progressiva e acarreta paralisia motora irreversível. Os pacientes sofrem paralisia gradual e morte precoce como resultado da perda de capacidades cruciais, como falar, movimentar, engolir e até mesmo respirar.
Ainda segundo o PL, não há cura para a esclerose lateral amiotrófica. “Com o tempo, as pessoas com a doença perdem progressivamente a capacidade funcional e de cuidar de si mesmas. A morte, em geral, ocorre entre três e cinco anos após o diagnóstico e cerca de 25% dos pacientes sobrevivem por mais de cinco anos após serem diagnosticados”.