Com apenas quatro meses, o pequeno Raví Wessler Soethe, de Tubarão, já mostra ter a força de um gigante. Ao nascer, uma complicação no parto o deixou por alguns instantes sem oxigenação, o que acabou gerando uma lesão cerebral grau 3, segundo o pai do menino, Fábio Soethe.
Depois de uma internação de 107 dias, agora o bebê precisa de muita ajuda com tratamentos para poder levar uma vida normal no futuro e a família não tem condições de arcar com todos estes custos. Raví é o primeiro filho do casal Fábio e Joice Wessler.
“Minha família foi surpreendida por essa lesão cerebral que ele teve em seu nascimento por falta de oxigenação. Ele se alimenta através sonda gástrica e não aprendeu a engolir ainda. Desde então, lutamos diariamente para reverter esse quadro”, conta o pai.
Fábio diz que, como o menino não consegue sequer engolir a saliva, precisa ser aspirado a cada meia hora. “Ficamos 24h com atenção total a ele. Além disso, ele precisa fazer tratamentos com fisioterapia e fonoaudiologia, por exemplo. Se ele for bem estimulado, esta situação poderá ser revertida e ele pode levar uma vida normal”, reforça.
O pai de Raví diz que, no entanto, todos estes tratamentos precisam ocorrer com urgência, porque quanto mais ele esperar, menos chance de reverter a lesão existe. “Por isso, não temos como esperar pelos atendimentos do SUS, que demoram. É uma luta diária, principalmente dele, para se manter vivo e bem”, pontua.
Como ajudar
Quem puder contribuir com a campanha para ajudar no tratamento de Raví, pode depositar qualquer quantia no Banco do Brasil, agência 3540-8, conta 18249-4, variação 51. Mais informações podem ser obtidas com o pai de Raví, Fábio, pelo telefone 99688-1657.