Na noite da última terça-feira, Renan Landim Gonçalves, de 30 anos, natural de Içara e que trabalhava como motorista de aplicativo, sem que se tenha ideia de como chegou até lá, invadiu uma propriedade no interior de Rio Fortuna. A família proprietária, surpreendida pela ação do motorista, repeliu o invasor com um tiro desferido pelo patriarca, com Renan morrendo na hora. Mais tarde localizaram os familiares, através dos quais se soube que ele enfrentava problemas mentais e possivelmente teria sofrido um surto, que o fez invadir a casa e atacar os moradores. Na sexta-feira, em Pouso Alto, Gravatal, Arlei dos Santos Santana, proprietário de uma chapeação e que exercia a função de 2º dirigente de uma igreja evangélica local, foi atacado e morto a facadas por um vizinho. O vizinho, após o ataque, se entregou à polícia e alegou ser esquizofrênico e ter agido sob efeito de um surto. Está ficando cada vez pior.
Falhas não justificam manipulação
Se equivocar quanto às promessas de campanha, decidir erroneamente na montagem da equipe de governo ou mesmo não ter capacidade para dirigir um cargo eletivo, faz parte. É do jogo político. Nem sempre aqueles que os eleitores escolhem, tanto no executivo quanto no legislativo, correspondem às expectativas. Alguns, inclusive, são reeleitos, mas já não conseguem mais corresponder. Portanto, entender e considerar as falhas por parte destes “iluminados”, é primordial para quem deseja analisar com justa imparcialidade.
Os escondidinhos do PT
O que não é concebível é o eleito se mostrar incompetente, mas – sorrateiramente – querer esconder essa realidade da população. E como pensa em fazer isto? Manuseando números estatísticos. Verdade. Coisa de canalha, bandido, mau-caráter. E que fique bem claro que esta análise não é ideológica, mas apenas o retrato de ações e revelações feitas nos últimos dias. Estou me referindo, sim, ao famigerado governo do PT, e nem se trata dos assuntos que dominam os memes das redes sociais, com as trapalhadas da Janja e do Lula.
Os dados sobre a educação
A questão é bem mais séria, pois além das dúvidas sobre o controle de números e dados levantados pelo IBGE, que em geral são verdadeiros, todavia conforme a forma de apresentação dão ao governo a versão que lhe interessa, agora vemos movimentos dentro do próprio governo para esconder números dos índices de orientação. Semana passada, por exemplo, o vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou ver com interesse tirar da métrica de cálculos da inflação os preços dos alimentos, num novo balizamento da política monetária brasileira. E na mesma semana veio a declaração do Ministério da Educação dando conta de que existe o interesse de não revelar os números relativos à alfabetização. Na verdade, disfarçar a inflação e engavetar números sobre alfabetização infringe a transparência, mas o governo petista parece não estar nem aí para isso. O que quer é passar de bom mocinho.