A política catarinense se surpreendeu há alguns meses, quando o governador Jorginho Mello deu um cavalo de pau na frente ampla que vinha montando para tentar a reeleição. Desalojou MDB e PP de sua composição para abrigar Adriano Silva (Novo) como vice e Carlos Bolsonaro na luta pelo Senado. Aos dois tradicionais partidos restou apenas buscar abrigo na composição de João Rodrigues (PSD) – provavelmente com Carlos Chiodini (MDB) na vice e Esperidião Amin (PP) como candidato a senador. Mas Jorginho quer mais: além de fechar a composição “pura” da direita com PL, Novo e Republicanos, busca oficializar dissidentes no MDB e no PP. A estratégia é clara: sufocar o crescimento do adversário direto para ultrapassar os 50% dos votos e decidir a disputa ainda no primeiro turno. Caberá ao próprio João, a Gelson Merísio (PSB), Marcelo Brigadeiro (Missão), Rafael Zimmer (PRD) e Lais Chaud (UP) cumprir a missão.
Mapa do Feminicídio
Lançado pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) para ampliar a transparência dos dados sobre violência de gênero, o Mapa do Feminicídio vem se consolidando como uma importante ferramenta de apoio para jornalistas, pesquisadores, instituições e iniciativas voltadas à proteção das mulheres no estado.
Base de dados
Criada em março deste ano, a plataforma reúne informações sobre feminicídios registrados em Santa Catarina e passou a ser utilizada como base para reportagens especiais, documentários, palestras e campanhas de conscientização.
Parceria
Desenvolvido pelo Neavit e pelo Escritório de Ciências de Dados Criminais (EDC), com apoio do Setor de Dados Estruturados do MPSC, o estudo analisou casos registrados entre 2020 e 2024, com atualização dos números absolutos até 2025.