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Morte ainda é cercada de mistério

24/01/2022 06:00

O crime registrado contra a taxista Zélia Regina de Souza na sexta-feira gerou grande comoção na região, tanto pela brutalidade incomum, por ela ser mulher e ex-professora, quanto pela falta de informações sobre um caso com tanta repercussão.


Zélia foi encontrada sem vida na Praia do Gi, em Laguna, no mesmo dia em que completaria 67 anos, na sexta-feira. De acordo com informações iniciais, havia sinais de três tiros na cabeça.


A vítima estava dentro de um buraco raso, com o rosto machucado, e teria sido localizada por um homem que passava pela estrada geral da Praia do Gi de bicicleta. O carro da taxista foi encontrado abandonado e incendiado no final da tarde do mesmo dia, em um matagal da Madre, em Tubarão. A perícia foi acionada, e o veículo foi recolhido pela Polícia Civil.


O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil, que não repassou nenhuma informação, apenas que o caso segue sob sigilo. Ninguém foi preso.


Zélia era bastante conhecida na cidade e, antes de ser taxista, ela era professora da Rede Estadual de Ensino e atuou por anos na Escola de Educação Básica Ana Gondin, no bairro Magalhães. Familiares contam que Zélia trabalhava por passatempo. Ela gostava bastante de conversar, e o táxi era uma distração.

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