Elvis Palma/DS Parte das buscas por Diego Scott em uma piscina abandonada na região do Gi foi encerrada na tarde de ontem. Até o momento, não foram encontrados indícios de que o corpo de Diego esteja ali.
De acordo com o advogado Breno Schiefler Bento, que representa a família do desaparecido, na tarde de ontem as bombas que estavam sendo utilizadas para a retirada da água, lama e limo da piscina apresentaram problema. “As bombas da Defesa Civil e dos Bombeiros falharam, entrou ar e não conseguiram arrumar ali na hora. Então, a família contratou um caminhão-bomba por conta própria, mas o valor do serviço era alto e só conseguimos utilizar o caminhão por uma hora”, explicou Breno ao DS.
Segundo o advogado, mesmo com o problema, a maior parte da água da piscina foi retirada. Os bombeiros chegaram a entrar na estrutura, mas, segundo os socorristas, nada foi encontrado. “Na parte mais funda da piscina tem um jacaré. Então, estamos esperando que a Polícia Militar Ambiental vá até lá nessa quarta e retire o animal, para que assim a gente possa tirar todo o restante de lodo na parte mais funda e ver se tem algum sinal do Diego. Mas, por enquanto, ainda não apareceu nada”, relatou o advogado.
As autoridades que investigam o caso teriam recebido informações de que a piscina estaria ligada ao desaparecimento do homem de 39 anos. A piscina fica nas proximidades do Laguna Tourist Hotel, atrás de um prédio já usado pela Guarda Municipal, Polícia Civil e Polícia Militar Ambiental. Atualmente, o espaço está desocupado.
PM, PC e MP investigam caso
Diego Scott desapareceu no dia 15 de janeiro após uma abordagem policial. Num primeiro momento, os PMs informaram que Diego havia fugido do local da ocorrência. Depois, admitiram que o abordaram e o levaram na viatura até uma área de mata na Praia do Gi. A própria PM e a Polícia Civil investigam o caso. O Ministério Público também informou que acompanha as diligências.
Guilherme Corrêa