O ex-presidente da Cooperativa de Eletrificação de Armazém (Cooperzém), Gabriel Bianchet, e demais investigados durante a Operação Apagão foram absolvidos pela Justiça.
O processo, que tramitava desde 2014, era sobre a denúncia da suposta prática de falsidade ideológica de matrícula dos sócios que sequer eram consumidores da empresa.
Gabriel Bianchet começou a ter complicações judiciais em março de 2014, por ocasião da Operação Apagão, deflagrada pela Divisão de Investigação Criminal (DIC), Divisão de Combates a Furtos e Roubos (DCFR), Delegacia de Polícia de Proteção à Mulher de Tubarão, Delegacia de Polícia de Combate a Crimes de Trânsito, delegacias de polícia de Braço do Norte, São Martinho e Gravatal.
Na ocasião, dezenas de policiais fizeram apreensão de documentos na sede da cooperativa. Além da Cooperzém, foram cumpridos mandados na casa de Gabriel e outros dois funcionários da cooperativa. Entre os objetos aprendidos, estavam cerca de oito mil fichas de matrículas dos sócios, computadores, diversos documentos fiscais, R$ 100 mil em dinheiro e vários cheques.
O ex-presidente chegou a ser afastado por duas vezes, enquanto estava no cargo. A decisão pela absolvição é do juiz Elleston Lissandro Canali. Segundo a sentença, o juiz absolveu o ex-presidente e demais investigados e extinguiu a punibilidade de outros três, pois o crime teria prescrito.
Daiane Fernandes