Ex-secretário de Segurança caiu de telhado, e comerciante, de uma escadaria
Claudemir da Rosa, de 55 anos, ex-secretário de Segurança de Tubarão, faleceu ontem após cair de um telhado no bairro Fábio Silva.
O acidente com Claudemir foi registrado por volta das 15h20. Policial militar aposentado, realizava reparos no telhado da construção de uma cozinha, no Conselho Comunitário Fábio Silva, quando caiu de uma altura de cinco metros.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, o ex-secretário apresentou traumatismo craniano e hemorragia. Ele foi conduzido ao Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC) com parada cardiorrespiratória. Ao dar entrada na unidade hospitalar, não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu.
Nas redes sociais, Claudemir divulgava um bazar beneficente que ocorreria no local. De acordo com membros da diretoria do Conselho, devido à fatalidade, o bazar foi cancelado. Enquanto realizava os serviços na obra, com outras pessoas, Claudemir chegou a fazer fotos e enviar para amigos.
O Diário do Sul foi o primeiro veículo de comunicação a noticiar a morte do ex-secretário, logo após o ocorrido, através do site.
Em nota, o Partido dos Trabalhadores (PT) informou que o policial militar aposentado foi também suplente de vereador e candidato a deputado federal pela sigla.
Claudemir foi secretário de Segurança e Patrimônio entre 2013 e 2016, na gestão de Olavio Falchetti. Também foi presidente do Partido dos Trabalhadores em Tubarão. Ele deixa esposa, filho, filha e um neto. Além do PT, a prefeitura de Tubarão e a Câmara de Vereadores da cidade manifestaram pesar pelo falecimento e condolências aos familiares e amigos.
Empresária não resiste após queda
A morte de Claudemir não foi a única fatalidade registrada nessa semana em Tubarão. Na quarta-feira, a empresária Lusia Molon Fernandes, de 54 anos, caiu da escada em casa e não resistiu aos ferimentos.
Lusia chegou a ser encaminhada ao Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), em Tubarão, mas acabou falecendo na quarta-feira. O sepultamento aconteceu ontem, no Horto da Saudade.
Após ser confirmada a morte cerebral, a família autorizou que fossem captados os órgãos de Lusia para serem destinados para doação. A empresária era proprietária do Mercado Odival, na Vila Moema.
Daiane Fernandes