Ao comemorar 20 anos no país, sendo quatro em Laguna e três em Tubarão, o grupo Fraternidade, o Caminho realiza esta semana uma série de ações para marcar a data e o trabalho de evangelização realizado por freis, freiras, leigos e vocacionados abnegados que dedicam suas vidas a cuidar do próximo e a levar a evangelização de Cristo até as pessoas.
Segundo a Irmã Perpétua de Jesus Imolado, da casa em Tubarão, a missão de levar ajuda material e espiritual aos mais necessitados mantém acesa a chama da fraternidade.
Entre as ações a serem realizadas esta semana, hoje será lançada a websérie, produzida pela UniTV e disponível no YouTube, onde cada episódio mostrará o carisma envolvido nas missões.
Além disso, estão sendo realizadas evangelizações em bairros de Tubarão e também em Laguna, além de orações. “Nossa atividade é voltada à evangelização e gratidão”, diz.
“Nossa missão é levar o amor a quem não tem nada. O amor vem em forma de palavras, acolhimento e, como são muitas pessoas que estão em situação de vulnerabilidade social, também levamos alimentos e outros produtos que necessitam. Inclusive, para vivenciar o amor, chegamos a passar alguns dias com moradores de rua, vivendo como eles, e deixando junto o amor em Deus”, conta.
Em Tubarão, a casa de Missão Feminina tem seis irmãs e uma vocacionada. Já em Laguna, a Casa Terapêutica Masculina tem dois freis e mais um casal de leigos que mantêm o local
Quem desejar ajudar na causa, pode entrar em contato com o grupo em Tubarão, pelo telefone (48) 98841-6009, e em Laguna, onde há uma casa de acolhimento, pelo telefone (48) 99640-1538.
Missão realizada há 20 anos no Brasil
A Fraternidade começou na periferia da Zona Sul da cidade de São Paulo, em 2001, com o padre Gilson Sobreiro, junto com a Irmã Serva das Chagas Ocultas do Crucificado, e a leiga Márcia Oliveira Maia Prates e alguns jovens. A dramática realidade do vício das drogas e do tráfico, no qual se encontravam centenas de jovens, foi o “pontapé” que deu origem à fraternidade. No início era apenas uma Casa de Acolhimento, entretanto, com o passar do tempo, “fomos discernindo que Deus queria algo mais. Esse algo mais era uma comunidade consagrada totalmente a Ele”, explica o fundador.