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Tubarão se destaca na criação de empregos

Dos 604 novos postos formais registrados na região, 349 foram na Cidade Azul

04/07/2023 06:00

A região registrou, mais uma vez, saldo positivo na criação de novos postos de trabalho formal em maio, com acréscimo de mais 148 vagas em relação a abril. Foram 604 novos empregos com carteira assinada criados no quinto mês do ano.


Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social, e mostram que a criação de empregos com carteira assinada tem aumentado a cada mês.


Em maio, a construção civil foi a responsável pelo maior saldo positivo na geração de empregos, com 195 novas vagas criadas na região. Destaque para o município de Tubarão, que criou 115 postos neste setor.


A indústria e o setor de serviços vêm em seguida, com 184 e 110 novos empregos formais criados em maio, respectivamente.


Tubarão e Braço do Norte foram as duas cidades com mais empregos gerados no quinto mês do ano, com, respectivamente, 349 e 69 admissões a mais que desligamentos. Em Tubarão, o setor da indústria foi o que mais gerou empregos, com 164 novas vagas criadas.


Santa Catarina gera mais de 3,5 mil vagas

Santa Catarina criou 3.596 novos empregos com carteira assinada em maio. A variação relativa foi um crescimento de 0,15%, alcançando um total de 2,4 milhões de empregos formais, segundo o Caged.


Entre os setores que mais geraram empregos nas cidades catarinenses, destaque para o setor de serviços, com a criação de 4.191 postos de trabalho, e da construção, com 671. A indústria e o comércio se mantiveram estáveis, com pequenas reduções, enquanto o setor da agropecuária teve um saldo negativo de 1.201 empregos.


No acumulado do ano, Santa Catarina já gerou 59.372 novos empregos com carteira assinada. Em 2023 como um todo, os setores que lideram na geração de vagas são os de serviços (29.775) e a indústria (19.029).


Em todo o país, foram 155.270 empregos

O Brasil registrou, em maio, saldo positivo de 155.270 empregos com carteira assinada. O resultado se explica pela diferença entre os 2.000.202 de admissões e pouco mais de um 1.844.932 de desligamentos.


Nos primeiros cinco meses do ano foram criados 865 mil postos de trabalho, alcançando um estoque de mais de 43 milhões de empregos formais no país.


Apesar dos números positivos, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que o resultado ficou abaixo da expectativa, que era de 180 mil empregos, por causa da política de juros altos praticada pelo Banco Central.


“O que frustrou um número ainda melhor – o número é positivo, temos de lembrar isso, 155 mil não é desprezível de saldo positivo para o mês de maio – porém, as nossas previsões eram para números ainda maiores. Trabalhávamos com a previsão mínima da ordem de 180 mil empregos. E é flagrante o que leva a esse processo. É exatamente ausência de crédito e, portanto, a ausência de crédito está vinculada diretamente aos juros praticados”.


O setor de serviços apresentou o maior crescimento, de 54% no mês. Um saldo de 83 mil vagas, seguido da construção civil, com 27 mil. Completam a lista a agropecuária, com 19 mil novos postos, e comércio e indústria, com abertura de 15 mil vagas.


Em um recorte por gênero, o Caged de maio revela que foram gerados 65 mil postos de trabalho para mulheres e quase 90 mil para homens.

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