O Tribunal de Justiça de Santa Catarina negou nessa quinta-feira o pedido de revogação da prisão preventiva do vice-prefeito de Tubarão, Caio Tokasrski. De acordo com o advogado de defesa de Caio, Pedro Walichoski Carvalho, o próximo passo agora é entrar com o pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília.
A relatora foi a desembargadora Cinthia Beatriz da Silva Bittencourt Schaefer, cujo voto foi seguido pelos outros dois membros.
Caio Tokasrski está preso desde o dia 14 de fevereiro, quando foi deflagrada a terceira fase da Operação Mensageiro. O prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli, também foi preso preventivamente na mesma data. Nenhum dos presos no Estado pela Mensageiro foi solto até o momento. “Vamos seguir com todas as tentativas e trâmites para conseguir o habeas corpus”, pontua o advogado.
Na última semana, Caio chegou a ser internado no hospital em Balneário Camboriú – ele estava no presídio de Itajaí -, devido a uma intoxicação medicamentosa. Após a alta, a defesa conseguiu a transferência do vice-prefeito para o presídio Santa Augusta, em Criciúma, onde também está Joares Ponticelli.