Os trabalhos de remoção das duas falsas seringueiras que caíram na cabeceira da margem direita da ponte Heriberto Hülse, por conta do temporal do dia 24 de maio, serão iniciados nos próximos dias. O processo burocrático de contratação de uma empresa especializada com dispensa de licitação – decreto de Emergência, ainda em vigor, será concluído nesta semana.
A documentação fundamentada pela procuradoria do município será repassada ao setor de Compras e Licitação, da secretaria de Gestão, que dará os encaminhamentos finais para a contratação da empresa especializada para o serviço. Além das duas Ficus Elastica (falsas seringueiras) que estão parcialmente apoiadas sobre a proteção da ponte Heriberto Hülse, outras seis árvores da mesma espécie ameaçadas de caírem no leito do rio serão removidas.
A retirada das árvores busca garantir, principalmente, a segurança dos pedestres, pois, se caírem no rio, as toras podem ser levadas pela correnteza ao encontro das colunas de sustentação da ponte Dilney Chaves Cabral, que fica mais adiante – o que colocaria em risco a estrutura.
O gestor-coordenador da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil, Djalma Alves, esclarece que o município não promoveu a retirada das toras apoiadas sobre a ponte Heriberto Hülse porque existe o risco de que as árvores caiam no rio e, por isso, a ação precisa ser executada por uma empresa especializada, com a ajuda de máquinas adequadas.