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Recurso para o social é reivindicado por entidades

Representantes da área solicitaram apoio durante sessão na Alesc itinerante

04/07/2024 06:00|Por Redação

Quatro modelos de entidades que prestam serviço social para crianças e adolescentes que vivem em extrema vulnerabilidade e que buscam promover mudanças sociais para transformar vidas na região apresentaram seus desafios e demandas para os membros da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente em reunião ontem, durante o programa Alesc Itinerante, em Criciúma. 

 

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Representantes da Associação Cultural, Social e Terapêutica da Região da Amurel (Acustra), com sede em Laguna, da Associação de Atendimento à Criança e ao Adolescente (Combemtu), da Fundação Educacional Joanna De Angelis (Feja) e do Lar da Menina, essas três entidades com sede em Tubarão, explanaram a respeito do trabalho desenvolvido e destacaram que o principal problema para manter qualquer instituição com cunho social é a falta de recursos.

Como definiu a presidente da Combemtu, Maria Nilta Tenfen, o principal pleito é que o Parlamento lute por recursos mínimos para serem incluídos no orçamento do Estado, como acontece nas pastas da saúde, educação e segurança.

“Investimentos na assistência social geram economia na segurança, educação e saúde”, avaliou. Ela disse que o principal pleito hoje é que a Assembleia Legislativa levante a bandeira de fixar-se um percentual mínimo no orçamento estadual para a área social.

Os demais representantes das entidades ecoaram a reivindicação da presidente da Combemtu e concordaram que é necessário apoio financeiro para a manutenção e para o avanço do papel social das entidades.

Políticas públicas

O deputado Pepê Collaço concordou que são necessárias políticas públicas efetivas destinadas para a assistência social. “São quatro exemplos de entidades que fazem a diferença nas vidas das crianças e dos jovens catarinenses e que precisam de nosso apoio e de nossa sensibilidade. Cada instituição social catarinense realiza um trabalho que o Estado não faz. Precisamos ter uma política mais justa para a área social”.

Nas manifestações dos demais deputados houve concordância com a importância dessas instituições e de seu trabalho em prol da promoção das mudanças sociais e das vidas de pessoas em vulnerabilidade.

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