Sexta-feira, 15 de maio de 2026
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Piloto dá início a viagem pelo mundo

Empresário catarinense André Borges de Freitas saiu de Jaguaruna e encara aventura de 100 dias em helicóptero

19/06/2024 06:00|Atualizada em 19/06/2024 14:02|Por Redação

O criciumense André Borges de Freitas iniciou na manhã de ontem uma nova aventura. Após alcançar o cume do Monte Everest, em 2018, agora ele parte para mais uma aventura e um recorde: ontem, ele deixou o Aeroporto Regional Sul Humberto Ghizzo Bortoluzzi, em Jaguaruna, de helicóptero, para uma volta ao mundo. 

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Ele pertence à família de Dilor Freitas, conhecida no ramo das indústrias de cerâmicas de Criciúma.

André fará a viagem durante 100 dias e deve conhecer 35 países ao lado do piloto inglês Peter Wilson. Ele informou que serão 53 mil quilômetros percorridos e já sabe que terá muitas histórias para contar.

Primeira parada

Sua primeira parada foi em São Paulo. Segundo André, vai ser a primeira vez que um piloto brasileiro vai fazer isso. A ideia também é bater o recorde do Guinness Book, de velocidade mais rápida de volta ao mundo.

O restante da viagem terá paradas no Caribe, Estados Unidos, Canadá e Groenlândia. Depois, seguem para a Islândia, passando pela Inglaterra, Turquia, Rússia e Alasca, antes de descer pela América Central até a Argentina e Uruguai, retornando ao Brasil em 25 de setembro. A viagem pode ser acompanhada pelas redes sociais de André.

Ajuda ao estado gaúcho mobilizou André

Em maio, antes de partir para sua aventura, André mostrou solidariedade ao povo do Rio Grande do Sul. Durante a enchente, pilotando seu próprio helicóptero, André prestou solidariedade.

Ele esteve envolvido em resgatar e levar alimentos e remédios em várias cidades isoladas pela catástrofe gaúcha.

As enchentes que castigaram o Rio Grande do Sul, entre o fim de abril e a primeira quinzena de maio, atingiram mais da metade dos bairros de Porto Alegre e afetaram 157 mil moradores da Capital.

As enchentes no Rio Grande do Sul impactaram casas e comércios. Mais de 170 mortes devido às cheias também foram contabilizadas. Ainda há desaparecidos.

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Diário do Sul
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