Sexta-feira, 15 de maio de 2026
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Para TCU, programa não foi irregular

Processo, que resultou na morte de reitor, foi arquivado.

10/07/2023 06:00

O Tribunal de Contas da União (TCU) encaminhou à reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc) um comunicado informando ter julgado improcedente e arquivado a representação que envolvia o programa Universidade Aberta do Brasil (UBA).


A decisão do TCU descartando irregularidade no programa acontece seis anos depois do início da Operação Ouvidos Moucos, da Polícia Federal, que tinha como foco também a UBA, além da suspeita de desvio de recursos de programas de ensino a distância (EAD). A operação levou à prisão o então reitor, o tubaronense Luiz Carlos Cancellier de Olivo. Ele tirou a própria vida 18 dias depois.


O informe é assinado pelo diretor da Unidade de Auditoria Especializada em Educação, Cultura, Esporte e Direitos Humanos, Leandro Santos de Brum. Nele, informa que estavam em análises denúncias sobre suposto superfaturamento no aluguel de veículos para execução do programa Universidade Aberta – o que não ficou comprovado.


A PF apurava um suposto “desvio de R$ 80 milhões” – valor que mais tarde se mostrou descabido. As suspeitas que recaíam sobre o reitor eram de obstruir as investigações. Nos relatos que fez aos amigos mais próximos sobre as horas que passou na prisão, Cancellier contou que foi algemado, interrogado, despido. Um dia e meio depois, deixou a prisão proibido de colocar os pés na Ufsc.

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