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Livro fala sobre excesso de tecnologia

23/03/2023 06:00

O tubaronense Italo Fogaça, empreendedor e estudioso do comportamento humano, lançou seu segundo livro: “10 Razões para Manter seus Filhos Longe das Telas”. As 143 páginas, separadas em dez capítulos, trazem exemplos, pesquisas e até comprovações científicas. “O livro traz um pouco do meu olhar para o assunto, mas principalmente a visão de especialistas. É uma obra imprescindível para todos os pais”, comenta.


Para a obra, Italo estudou e buscou mais de 80 referências na área. Pai de um menino de dois anos e meio, ele conta que foi através das experiências em casa, em família, e a partir também do seu primeiro livro, “O Vício do Século”, que foi despertado seu interesse em estudar e escrever sobre o tema.


“Quantas vezes estamos em um restaurante e notamos uma família, cada um em suas telas, sem nenhuma interação? Isso é insano. Usamos a tecnologia para acalentar o filho, mas a verdade é que estamos prejudicando sua vida e seu futuro”, avalia.


“Quase tudo, de redes sociais a jogos, é oferecido de graça na internet. Mas não se engane. As crianças estão pagando um preço absurdamente alto: a sua própria infância. O livro traz dez fortes razões para se convencer de que dar um dispositivo eletrônico para seu filho não fará dele uma criança mais feliz a longo prazo. Caso já tenha dado, tome os cuidados necessários, evitando que isso prejudique seu desenvolvimento”, ensina.


A preocupação com este tema já acompanha o autor desde a primeira obra. No livro “O Vício do Século”, Italo faz uma reflexão sobre como o tempo é usado em função de tanta tecnologia, o que pode ser uma prisão para a mente, além de alertar o leitor sobre os malefícios causados pelo mundo virtual.


Sobre o autor

Italo Fogaça é um empreendedor e estudioso autodidata de várias áreas do comportamento e desenvolvimento humano, autoconhecimento, programação neurolinguística e relações interpessoais. Começou sua vida vendendo picolés aos sete anos; aos dez, engraxava sapatos; aos 13, trabalhou como servente de pedreiro e, aos 16, como camelô, vendendo artesanato na praia. Depois disso, empreendeu em diversas áreas. Hoje dedica-se à realização de mais um sonho: escrever livros que ajudem as pessoas a serem uma versão melhor de si mesmas.

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