Uma das obras mais aguardadas e necessárias para a mobilidade no trânsito de Laguna pode estar mais perto de se tornar realidade: o acesso Norte, via Barbacena – obra orçada em R$ 8,5 milhões.
Esta semana, a Câmara de Vereadores de Laguna aprovou, por unanimidade, a contratação pela prefeitura de um financiamento junto ao Banco Regional de Desenvolvimento (BRDE) para a realização da obra. Segundo o prefeito Mauro Candemil, este é o primeiro passo para a concretização do projeto.
O prefeito explica que esta já é uma obra reivindicada há anos, desde outras gestões. No ano passado o projeto chegou a ser feito pela Secretaria de Estado de Infraestrutura, porém, com a mudança de governo e ainda a instabilidade econômica por conta destas alterações, os recursos não poderão ser viabilizados pelo governo do Estado no momento.
“Como é uma obra que requer uma certa urgência, decidimos então apelar para a opção do financiamento. Já conversamos com o governador, que sinalizou de forma positiva a nos ceder o projeto para que possamos apresentar junto ao BRDE e assim conseguir o financiamento, já que esta é uma das exigências”, explica.
“O projeto é considerado possível e viável, mas a prefeitura precisa realizar o cadastramento prévio para o enquadramento, que terá todo apoio do BRDE”, completou Mauro Candemil.
Agora, haverá uma segunda fase de discussões na Câmara, marcada para hoje, e se mantida a aprovação, como espera o prefeito, o projeto segue para a sanção.
“Então com a aprovação e o projeto em mãos, entraremos com o pedido no BRDE, junto com os demais documentos solicitados. Acreditamos que em até 90 dias saia a liberação do financiamento para que possamos dar início ao edital de licitação da obra”, pontua Candemil.
Sobre a obra
O prefeito Mauro Candemil explica que a obra no acesso Norte contempla 5,3 quilômetros de estrada, que liga a avenida Marronzinho à BR -101 via localidade de Barbacena. “Esta obra certamente irá desafogar o único acesso que temos hoje para a entrada da cidade saindo da BR-101, que causa engarrafamentos inclusive durante o inverno. Não há mais como continuarmos desta forma”, avalia.