Diagnosticado aos quatro meses com atrofia muscular espinhal (AME) tipo 1, o pequeno Otto Lorenzo Silva Lourenço não consegue respirar sem ajuda de aparelhos e ainda não possui movimentos. Com a doença rara e degenerativa, hoje aos sete meses, o menino precisa de constante fisioterapia.
Os pais de Otto entraram com pedido de ajuda por meio de ação judicial para receber os medicamentos e os tratamentos necessários, porém, ainda não tiveram o acesso autorizado. Enquanto isso, Otto precisa de fisioterapias e outros cuidados que geram custo mensal de quase R$ 5 mil à família.
A família é natural do Acre e mora há três anos em Tubarão. Os pais de Otto tiveram que deixar seus empregos para se dedicarem integralmente aos cuidados do bebê e das outras duas filhas, de 15 e cinco anos.
Diante da situação, a família pede ajuda para custear o tratamento de Otto. “Eu era cozinheira, mas tive que me afastar para cuidar dele. Meu esposo era ajudante de pintor e também teve que sair do emprego para me ajudar. A gente se reveza para dar conta. Somos só nós dois, não temos parentes aqui”, conta Francisca Ivania, mãe de Otto.
Quem puder contribuir com doações para o tratamento do bebê pode fazer um depósito via pix (48) 99211-8018 ou entrar em contato pelas redes sociais @ame_ottolorenzo.