Área Azul terá pontos fixos de informações instalados em locais de movimento na cidade
A partir desta semana, a Área Azul de Tubarão terá algumas novidades para, segundo a Apae, que gerencia o sistema, dar mais informações aos usuários e atender aos inúmeros pedidos de ajustes no trabalho realizado. Pontos fixos de informações serão instalados em locais de movimento na cidade, para que as pessoas tenham acesso mais facilitado às informações e atendimento.
Ontem, foram colocados provisoriamente cinco pontos no Centro da cidade, como um projeto-piloto, próximos às Casas Fretta (pela beira-rio), à catedral, nas proximidades da clínica RTK, da Conquista Calçados e da Caixa. A partir de hoje, alguns ajustes de pontos também começam a ser feitos.
Segundo a presidente da Apae, Leila Saleh Goulart, ainda há problemas a serem sanados, porém as reclamações estão mais baseadas na falta de informação de que não se acham os monitores, e por isso a ação prioritária foi a colocação destes pontos fixos – que devem ser provisórios. Os usuários também serão estimulados a utilizar o aplicativo no celular que possibilita a compra e o uso de créditos sem a presença do monitor.
De acordo com o secretário de Urbanismo, Mobilidade e Planejamento de Tubarão, Nilton de Campos, foi solicitada pela operadora do sistema de estacionamento rotativo uma autorização para utilização do espaço público para a implantação de pontos fixos de cobrança e informações.
“A secretaria dará autorização especial para a utilização dos espaços públicos, desde que não causem prejuízo à mobilidade urbana. Será permitida a utilização de praças públicas e vagas de estacionamento nas vias públicas. Não será permitida, no entanto, a fixação de ponto em passeios públicos e na área do calçadão da rua São Manoel. A implantação destes pontos iniciou de forma piloto, e deverá se adequar a estas determinações. Eles também serão provisórios. O objetivo é facilitar à população o uso dos serviços do estacionamento rotativo, mas sem causar transtorno na mobilidade e acessibilidade dos espaços públicos”, explica Nilton.