A Matriz de Risco Potencial Regionalizado, divulgada pelo governo do Estado, aponta 15 regiões classificadas como risco potencial moderado (cor azul) e duas regiões no nível de risco alto (cor amarela). Em um comparativo com o relatório divulgado na semana anterior, houve piora na Grande Florianópolis e na região Carbonífera, que antes estavam em risco moderado e agora estão em alto risco. As regiões Meio-Oeste e Nordeste, porém, melhoraram nos indicadores. A região de Laguna continua no nível moderado.
Na dimensão de gravidade, que contempla os indicadores de mortalidade e tendência de internação por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), todas as regiões da Saúde foram classificadas no alto risco, com exceção de Xanxerê. Diferente da matriz divulgada na semana passada, nenhuma região se encontra no nível grave.
Em relação à transmissibilidade, que monitora o número de casos ativos que estão no período em que é possível a transmissão da doença e a taxa de reprodução (Rt), ocorreu uma piora no cenário, refletindo no aumento de casos notificados nos últimos dias. Enquanto na matriz divulgada no dia 1º de janeiro todas as regiões estavam no nível alto ou moderado, nesta semana a região Carbonífera foi classificada no nível gravíssimo, e as regiões do Extremo Sul Catarinense e da Grande Florianópolis, no nível grave. As demais estão no nível alto e moderado.