A prefeitura de Tubarão realizou uma reunião com representantes de diversos órgãos para apresentar o estudo e o planejamento de remoção de 598 árvores da beira-rio na área central, que foram classificadas como condenadas pela Defesa Civil.
O corte é necessário por questões de segurança da população e manutenção da segurança da encosta do rio.
A apresentação foi feita pela Fundação Municipal de Meio Ambiente (Funat) a representantes do Ministério Público Federal, Instituto de Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Condema), Conselho da Cidade e Comitê da Bacia do Rio Tubarão e Complexo Lagunar.
O material contém a localização e a espécie das 598 árvores condenadas, a questão técnica sobre a manutenção da encosta do Rio Tubarão e a recuperação dos chamados taludes danificados pela enchente de maio passado e o repovoamento com três mil mudas de árvores nativas, florais e frutíferas.
A maior urgência do município hoje é a recuperação de alguns trechos de encostas que desmoronaram pelas cheias de maio. A prefeitura já dispõe de R$ 5 milhões para as obras. “Vamos fazer todo esse trabalho com transparência e responsabilidade ambiental.
Entre as árvores condenadas, a maioria é exótica, e vamos fazer um repovoamento técnico, respeitando os três níveis da encosta do rio, uma iniciativa com a qual não se tinha preocupação nas décadas passadas”, ressaltou o prefeito Joares Ponticelli.
Agora, o município dará início aos procedimentos burocráticos junto ao IMA.