Uma segunda reportagem exibida na manhã desta terça-feira pelo programa “Fala Brasil”, da Record TV, mostrou detalhes de como funcionaria a operação financeira envolvendo as empresas Baltoro e K2, parceiras do Atlético Tubarão.
A matéria mostrou que investidores estrangeiros alegam ter sido lesados após realizar investimentos de até US$ 300 mil. Os negócios seriam fechados em uma refinada charutaria em Porto Alegre (RS).
Na segunda-feira, o programa levou ao ar a primeira matéria sobre o caso, apresentando denúncias graves de golpe de pirâmide financeira pelo proprietário do Grupo Baltoro, que administra o clube tubaronense através da K2 Soccer, o norte-coreano Ung Zoo Kim. O programa citou que Ung Zoo Kim é investigado por se apropriar do dinheiro de investidores e que dezenas de vítimas, no Brasil e no exterior, tentam recuperar os valores na Justiça.
Em outubro do ano passado, a Justiça decretou falência da K2 Soccer, por conta de uma dívida de mais de R$ 2,4 milhões, correspondente a um Instrumento Particular de Contrato Mútuo, celebrado pelas partes em 28 de outubro de 2020. Na matéria, a assessoria de Kim explicou que 20% das ações trabalhistas movidas contra o clube já estão com acordos individuais pagos ou em andamento.
Pelo segundo dia consecutivo, o DS procurou o Tubarão para buscar um posicionamento, assim como o presidente, Gilmar Negro Machado, o Cascão. Até o fechamento desta edição, o Peixe se mantinha em total silêncio, como se nada estivesse ocorrendo.