Bom dia, boa tarde, boa noite, conforme a ocasião.
Hoje é o Dia dos Namorados, que vale também para noivos, casados, amontoados, unidos de formas variadas, basta ter amor na jogada.
O dia de hoje tem seus rituais. Há quem reserve mesa no restaurante com semanas de antecedência. Há quem compre flores. Há quem escreva cartas. E há os que, desde a manhã, entram em estado de alerta máximo ao perceber que a única coisa reservada foi um compromisso com o esquecimento.
É bom levarmos em conta, especialmente quando a gente esquece do presente, que, talvez, o amor more em detalhes menos instagramáveis. No café servido sem que se peça. Na mensagem enviada só com um “oi”. Na discussão sobre qual série assistir, encerrada diplomaticamente com um “escolhe você hoje”. No cobertor puxado de volta durante a madrugada fria aqui do sul.
O amor duradouro raramente faz entrada triunfal ao som de violinos. Ele costuma aparecer de chinelos, segurando a sacola da padaria, pedindo pra fazer um cafezinho.
Talvez seja esse o segredo dos bons relacionamentos: descobrir que o extraordinário não está nos grandes gestos ocasionais, mas na capacidade de permanecer, com paciência, humor e uma dose generosa de parceria, nos dias comuns. Embora, para quem ama, não existam dias comuns.
O amor, depois de algum tempo, deixa de ser apenas a poesia das declarações e passa a ser também a negociação sobre a temperatura do ar-condicionado, a discussão filosófica sobre quem vai lavar a louça, a convicção inabalável de que o outro está usando “o meu lado” da cama.
Talvez seja por isso que o Dia dos Namorados continue fazendo sentido. Não apenas para celebrar os grandes romances, mas para lembrar que o afeto se constrói nos detalhes repetidos e na disposição de seguir escrevendo a história a quatro mãos.
E, como toda boa história, há dias de comédia, capítulos dramáticos e ocasionais mal-entendidos. O importante é que sempre haja alguém para responder às perguntas românticas da vida a dois: Cadê os meus chinelos? Travou o carro? Será que desliguei o ferro? Quando subir traz água? Tomou os remédios? Tu me amas?
Feliz Dia dos Namorados. Aos apaixonados, aos recém-enamorados e aos que, depois de muitos anos juntos, descobriram que amar é continuar escolhendo a mesma pessoa, inclusive quando ela ronca.
A tampa do dedão
Sabe quando a gente era criança, que chegava da escola e ia correndo pra rua brincar com os amigos? Às vezes acontecia de arrancar a tampa do dedão numa topada, num tombo, numa corrida. A dor a gente só sentia mais tarde, quando ia tomar banho e ardia o machucado. E sentia dor mais uma vez, quando tinha que passar o Merthiolate. E doía por mais um ou dois dias, até virar ferida e secar.
E sabe o que acontecia entre tantas dores?
A gente nunca deixava de ir brincar de novo...
Cidadãos honorários
O casal Gustavo Santos Mottola e Lígia Boettger Mottola, ambos juízes de Direito na Comarca de Araranguá, recebeu o Título de Cidadania Honorária do município, na última semana. A honraria foi concedida pela Câmara Municipal de Araranguá, por indicação do vereador Jorge Ghiraldo. Dr. Gustavo, que é natural de Santiago (RS), e Dra. Lígia, natural de Brusque, já atuaram na Amurel e possuem ainda ligações com Tubarão.
Gisele
A Dra. Gisele Cristiane de Souza, respeitada advogada que atua em seu escritório e na Procuradoria do Município de Capivari de Baixo, aproveitando as boas notícias que a vida lhe tem dado. Sucesso, querida!
Escola do legislativo
A Escola do Legislativo de Capivari de Baixo promoveu esta semana, em parceria com a Escola do Legislativo da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, a importante palestra Legística e Consolidação de Leis, reunindo servidores, vereadores e interessados. A formação foi ministrada por Neroci da Silva Raupp, da Alesc.
Matheus Madeira
O combativo vereador Matheus Madeira, celebrando nova idade no final de semana. Parabéns!
Frase solta, que deveria estar presa:
“Nunca chore por algo que não pode chorar por você.”