Viva a Natureza, que nos mostra ingênuos e delicados botões de flores! Uma festa para os olhos por seus formatos e pelas suas cores. E uma gostosa expectativa para ver-se o seu desabrochar: vai gerar uma flor perfumosa? Será esbelta como uma mulher?
Seria o Butão, país miserável do Sul da Ásia, uma infeliz corruptela de botão? A principal economia do país é vender energia elétrica para a Índia! Ao invés de se preocuparem com o desenvolvimento do paupérrimo país, lá os políticos estão em guerra interna, promovida por um partido comunista cuja estrutura, dizem, “com a boca cheia”, é de filosofia marxista, leninista e maoista!
Aliás, o que vemos na África é também o mesmo estado de coisas: enquanto o povo está morrendo de fome, ferozes revoluções internas também estão grassando e contribuindo para a miséria do povo.
“Os botões da blusa, que você usava, e que meio confusa, desabotoava, iam pouco a pouco, me deixando ver, no meio de tudo, um pouco de você”... compôs o nosso romântico cancioneiro Roberto Carlos. Homem e artista de grande sensibilidade. Nunca conseguiu aceitar a morte de sua querida esposa Maria Rita, que foi vítima de um câncer.
Já Kleiton e Kledir compuseram esta outra joia da MPB: “Paixão”, em cuja letra, lá pelas tantas, reclama-se: “ai, esse maldito fecho éclair...” referindo-se a um zíper que enguiça em um momento crítico de um relacionamento amoroso.
Hoje, dispomos do prático e infalível velcro, mas convenhamos: ele não substitui, em certas situações, os botões da blusa, de Roberto Carlos.